Ancestralidade ◐

O quanto honramos nossa ancestralidade? O quanto conhecemos dela? Sabemos as histórias de nosso pai, mãe, avôs, avós, bisavôs, bisavôs e demais…? Sabemos ou percebemos os padrões repetitivos de nossa linhagem feminina ou masculina?
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Normalmente, somos ignorantes sobre um assunto determinante da nossa existência.
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Tem uma frase que há algum tempo me recorda que de momento em momento, preciso voltar algumas casas do jogo da vida e olhar para minha ancestralidade: “Se você sabe sua origem, você sabe seu destino.”
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Em um significado imediatista, a frase é um alerta de por onde começar o processo de autodescoberta. Mas, em um significado mais profundo, a citação nos mostra que conhecer a origem é o primeiro passo para a construção de um NOVO e INÉDITO destino.
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Quando se conhece os padrões expansivos ou limitantes, as dores, os traumas, as alegrias, os dons da linhagem ancestral, tem-se então o verdadeiro poder da escolha, o poder de não repetir inconscientemente algo e viver cegamente as dores alheias. E a “melhor” parte, tornar-se um agente de cura para as dores e limitações. Não como um salvador, mas como um ser consciente de que a cura é descente e consequentemente ascendente em toda linhagem.
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A transformação do meio, seja familiar, seja planetária, seja cósmica sempre começa pela transformação do indivíduo e então descende, ascende e expande. E de novas e conscientes escolhas, se criam novos destinos, novas histórias e uma nova consciência. ❤️

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