O “Restritismo”

“Restritismo” ou “restritista”: mania ou pessoa que se restringe a rótulos. [Fonte: Eu]

Pessoas me perguntam se sou feminista ou se apoio o feminismo e minha resposta é “Não”. Também não sou umbandista, católica, espírita, esquerdista, capitalista, budista, socialista, e nada desse monte de “ismos” e “istas” que temos no dicionário.

Eu sou EU. E nenhum grupo social ou de classe de palavras me define e me restringe. Nada limita meu potencial, arranca minhas asas, tolhe meus pensamentos e ideias. Ponto final.

Cada grupo, sistema, ideologia, religião têm seu valor e seu mérito. Porém, JAMAIS pode ser maior, mais abrangente ou mais forte do que o definição de SER HUMANO.

Utilizando a teoria dos conjuntos é fácil de entender: O ser humano contém as definições. As definições estão contidas no ser humano. E se caso, alguém em algum momento tentar te provar o contrário, por favor, acione seu discernimento e consciência e diga: Claro que não!

Radical? Não. (rsrsrs) Também não sou adepta do radicalismo 😉

A ideia de que precisamos tomar partido e se autocaracterizar por A ou B é passado, está mortinha da silva e caminhando para a decomposição. E ela é a grande geradora da “desgraça” humana, pois quando eu me vejo contida em algum “ismo” da vida, paro de enxergar o TODO e passo a me preocupar com a PARTE. Aí tenho todas as desculpas do mundo para cometer qualquer tipo de ato contra àquela “outraPARTE.

A PARTE nada mais é do que a limitação do TODO. E nos proíbe de conhecer, experienciar e experimentar a plenitude da vida que se encontra disponível bem na nossa frente.

Então, que tal quebrar as algemas do “restritismo” e deixar de ser uma pessoa “restritiva”? Afinal, o seu mundo pode ser colorido por uma infinita quantidade de cores, ao invés de meia dúzia de tons sobre tons!

LIBERTE-SE. ❤

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