É preciso descer do muro!

Antes de culparmos a vida pelas intempéries que vivemos, é necessário refletir. Sua existência não se encontra desse jeito, meio assim sei lá entende, por obra eventual do destino. Acredite: você é cocriador de TUDO. Desde as coisas banais até as mais desafiadoras, tanto “boas” quanto “ruins”.

Agora é o momento de você fazer aquela careta e questionar-me: o que? Eu sou culpado disso tudo? Do meu chefe? Do meu marido/esposa? Da falta de grana? De não me sentir realizado? Bom… Sim! Você é! Ou seu marido/esposa, seu trabalho, suas prioridades financeiras e seus propósitos foram escolhidos por quem? [Pausa para reflexão. Gaste o tempo que achar necessário].

Você já encontrou a resposta, com certeza. Mas, posso dizer sem chance de erro: por mim não foi! E caso, você ainda titubeie e diga: a culpa é do fulano… Por favor, pare e reflita novamente. E se ainda assim, concluir que terceiros estão decidindo algo por você, procure ajuda e retome as rédeas de sua vida. Mas, isso é um caso para outro post.

[Retomando] Chorar, reclamar e culpar não resolvem nada. O que vai resolver é a sua decisão e postura perante os acontecimentos diários da vida. Ficar “em cima do muro” só resulta em: maior sofrimento e possíveis aprendizagens postergadas. É pura ilusão acreditar que “deixar a vida me levar”, solucionará suas questões pessoais. O contrário ocorre, a bola de neve rola, rola e rola e cresce, cresce e cresce. “Destruir” um floco de neve é bem mais simples e rápido do que implodir uma bola de 1 tonelada de gelo. Estamos agora entendendo o porquê dos problemas mal resolvidos tenderem a tornarem-se pesadelos? Além de vivenciar um tormento emocional e psíquico, com o tempo, seu corpo físico também padece com a somatizam deles.

Então, a partir de hoje, vamos fazer um favor a humanidade? Vamos descer do muro? E no início, não importa muito se cairemos dele ou se elegantemente escolheremos um dos lados da muralha da vida. A prática leva à perfeição e as primeiras ações possivelmente serão quedas, doerão e machucarão, porém o tempo e a prática se encarregarão de nos prover a excelência. Não importando muito se utilizaremos banquinhos, escadas, varas de salto, ou seja lá qual for a ferramenta. O que importará é o sentimento de presença, comprometimento e empoderamento perante a vida. Seja responsável pela sua!

Deixe uma resposta